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quarta-feira, 6 de maio de 2009

ANEMIA INFECCIOSA EQUINA

Já chega a ser preocupante os casos de anemia infecciosa equina e encefalomielite equina na região do cariri cearense. Há registro desta patologia nas cidades de Missão Velha, Brejo Santo caririaçu e Jaguaribe. Com a pratica de vaquejada e outras praticas onde os cavalos são utilizados, aumenta e muito a transmissão destas viroses. Para que tenham uma noções da sua importância, descreveresmo ambas.

ENCEFALOMIELITE EQUINA: Tem como sinonímia: Meningeencefalite do cavalo, peste de cegar, encefalomielite infecciosa dos equideos e doença do sono. Surgio no Brasil em 1913, causado pelo Tagavirus do subgrupo II, parasito de artrópodes, é um vírus neurotropico, encontrado no sistema nervoso central, onde são eliminados pelas secreções nasal dos cavalos infectados. Há três tipos imunologicamente distinto do vírus:
a) Leste ou Oriental, bastante virulento.
b) Oeste ou Ocidental. Menos virulento que o tipo Leste.
c)Venezuelano - Este vírus produzem sintomatologia e anatomia patologia semelhante aos demais tipos, contudo difere no seu poder patogeno e suas propriedades antigênicas.
Ataca os equideos, onde os jovens são mais sensíveis. No homem produz uma doença grave e de alta mortalidade, ataca galinaceos, perus ,palmípedes , pombos e leitões.O tipo venezuelano, em relação ao homem tem ação esporádica e raramente causa doença mortal. O seu período de incubação vai de 7 a 21 dias. Na sua patogenia, após alcançar a corrente sanguínea, o vírus se multiplica em torno de 48 horas. Do sangue vai para a mucosa nasal, atingindo os nervos alfativos, via pela qual consegue chegar ao sistema nervoso central, onde se multiplica e provoca lesões de encefalite e de mielite, como paralisias motoras que levam a morte dentro de 3 a 8 dias ( lesiona a substancia branca e cinzenta).
Passado o período de incubação, vem os sintomas, surgindo febre de 40 a 42 graus centrigados, há viremia, que onde os insetos vetores utilizam para propagar a doença. A depressão nesta fase ocorre de forma benigna e passa despercebida. Contudo já se verifica uma conjuntivite congestionada ou icterícia e constipação. Há 4 formas clínica desta patologia:
1) Forma Letárgica ou encefálica, onde o quadro se caracteriza por torpor, embotamento e tem prognostico desfavorável.
2) Forma paralitica ou medular: Quadro das perturbações motoras, como locomoção, andar irregular, trôpego, rigidez na macha, pertubaões no equilíbrio, espasmo, incoordenação dos movimentos, contraturas musculares e tem prognostico reservado.
3) Forma apopletica ou bulbar: Marcada por perturbações cardíacas e respiratórias, tem evolução rápida e a morte surge dentro de 6 a 12 horas.
4) Forma Violenta ou super aguda: Caracterizada por crise de excitação sem agressividade, perturbações visuais e paralisia final.
Não há lesões macroscópicas, apenas lesões de aspecto septicêmico. Microscopicamente o vírus tem uma tendência nitidamente hemorrágica, especialmente na massa cinzenta, mais particularmente na córtex cerebral,tálamo, hipotálamo. Contudo os gânglios de GASSER, ao contrario da raiva, se encontra sempre normal . O seu diagnostico, apesar dos sintomas seram característicos, o conclusivo e o isolamento do vírus,existindo vários tipos de exames para se ter uma resposta. A profilaxia se baseia na vacinação, isolamento dos doentes, desinfecção das manjedouras, combate ao mosquito, telagem do estábulo e destruição dos cadáveres. A vacinação é feita por via subcultânea, na dose de 10ml, com repetição 7 dias após. A imunidade surge 2 semanas e dura em torno de 6 meses. Revacinar anualmente.

ANEMIA INFECCIOSA EQUINA: E uma doença infecciosa febril, de evolução aguda, sendo mais comumente cronica, destruíndo em grande quantidade as hemácias, ocorrendo o enfraquecimento progressivo. E incurável. Tem como sinonimia: febre dos pantanos, febre malária dos equinos, anemia perniciosa do cavalo, tifo-anemia. E uma doença cosmopolita, ficando resumida a uma localidade e sem tendência a se expandir. A umidade ajuda muito a sua ação, não importando a altidute onde se encontre. Patologia causda por um Leucemiavirus.,encontrado no sangue , em órgãos paraquematoso e nas excreções, como urina, saliva, bilis, corrimento nasal, lagrimas, fezes e no esperma. mesmo apos clinicamente curado o virus ainda permanece no sangue, conferindo o grau de vetor da doença. A doença é normalmente dos equinos, porem pode acometer as muares e asininos, não importando a idade.
O período de incubação vai de 8 a 15 dias. O virus é hematrópico, podendo causa lesões nos endotelios vasculares, determinando hemorragias e destruição das hemácias, surgindo a anemia, pois corre hemolise excessiva e a uma letargia da medula óssea durante os ataque agudos. A hemosiderina se acumula no figado, no baço e no sistema reticulo-endotelial dos demais órgãos. Há intença hipoglobulia. A infecção natural se dar por via direta, intra-uterina e excepcionalmente se dar pelo leite matereno e esperma. A via digestiva tem pouca ação, sendo a mais eficiente através de fomites (utencilios dos animais e material contaminado). O diagnostico clínico é dificil, devido as várias forma apresentadas, sendo o conclusivo o exame laboratorial.. A profilaxia se faz por querentenas, sacrificio dos animais doentes ou suspeitos, desinfecção das instalações, proteção contra insetos,etc. NÃO HÁ CURA.


terça-feira, 5 de maio de 2009

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS CIENTIFICOS

Artigo cientifico: Os artigo científicos deverão ter dados conclusivos de uma pesquisa e conter Resumo, abstract, Unitermos, Key Worlds, Material e Métodos, Resultados, Conclusão (ões), Referencias Bibbliográficas e quando houver, Agradecimentos, Tabela(s) e Figura(s). A critério dos autor(es) e/ou conselho editorial, os itens Resultados e Discussão poderão ser apresentados como uma única seção. Quando as pesquisas envolver a utilização de animais, os princípios éticos de experimentação animal preconizados pelo Conselho Brasileiro de Experimentação Animal (COBEA) e aqueles descritos no decreto Lei nº 24.645 de 10/06/1934 e Lei nº 6.638 de 8/05/79 devem ser observados.

Apresentação: Os manuscritos deverão ser enviados em 3 vias ( uma original e duas cópias). A primeira pagina da original conterá o titulo do trabalho, o nome do(s) autor(es), suas respctivas afiliação(ões) e o nome, endereço, telefone,fax e email do autor para as devidas correspondências.As diferentes instituições serão indicadas por número sobrescrito. Nas duas cópias, a pagina de rosto deve omitir o(s) nome(s) do(s) autor(es). Uma vez aceita a publicação, além da sua cópia impressa, deve ser enviada uma gravação do artigo em mídia magnética (CD ou disquete 3,5") de alta densidade, identificado com titulo do trabalho e nome(s) do(s) auto(es).

Digitação: O texto será digitado com uso do editor de textos Microsolf World for Windows, versão 6.0 ou superior, formato A4(21,0 x 29,7cm), com espaço simples em uma só face do papel, com margens laterais de 3,0cm e margens superior e inferior de 2,5cm, fonte Times New Roman de 16 cpi para o titulo,12cpi para o texto e 9cpi para rodapé e informações de tabelas e figuras. As paginas e as linhas de cada pagina devem ser numeradas.

Titulo: O titulo deve ter no máximo 25 palavras, escrito em negrito e centralizado na pagina. Não deve utilizar abreviaturas.

Resumo e Abstract:O resumo e a sua tradução, não podem ultrapassar 250 palavras e ser feito com informações que permitam uma adequada caracterização do artigo como um todo. No caso do artigos científicos, o resumo ou abstract deve informar o objetivo, a metodologia aplicada, os resultados principais e conclusões.

Unitermos e Keyworlds: No máximo 5 palavras serão representadas em seguida ao resumo e abstract. As palavras serão escolhidas do texto e não necessariamente do titulo.

Texto Principal:Não há número limite para apresentação do artigo. Contudo recomenda-se que seja concisos. Poderá ser utilizado abreviaturas consagradas pelo sistema métrico Internacional ( kg,g,cm, ml EM). No uso de abreviaturas não usuais, colocar no rodapé da primeira pagina (GN = Hormonio do crescimento). As citações bibliográficas do texto devem ser pelo sobrenome do(s) outro(es) seguido do ano. Quando tiver dois autores, somente o sobrenome do primeiro será citado, seguido da expressão et al. ( Rodrigues (2009), Silva e Santos, 2009), Gonçalves et al.(2009), Gonçalves et al.,2009).

Referencia Bibliográficas: Será feita em ordem alfabética pelo sobrenomes de autores, de acordo com as normas da ABNT/NBR-6023. Inicia-se a referencia com último sobrenome do(s) autor(es) seguido do(s) prenome(s), exceto aqueles de origem espanhola ou de dupla entrada, registrando-se os dois últimos sobrenomes. Todos os autores devem ser escritos.Obras anónimas têm sua entrada pelo titulo do artigo ou pela entidade de sua publicação. A referencia deve ser alinhada pela esquerda e a sua segunda linha iniciada abaixo do primeiro caractere da primeira linha.Os títulos de periódicos da referencia podem ser abreviados, segundo a notação do BIOSES *BIOSIS.Serial sources for the BIOSIS previews database. Philadelphia,1996, 678p)

Como fazer referencia:

1- Artigo de periódicos:
XENOFONTE, A.R. Desempenho de ovinos aalimentados com farelo de babaçu. Revista Brasileira de Zootecnia, v 38,n.210,p. 26 - 35, 2009.

2- Livros: Macari,T.E.C, Fisiologia suína aplicada em leitões. Crato. IFET, 2009. 152P.

3- capítulos de Livros: WEEKES, M. Manejo da Estruriocultura (ed) Setor de zootecnia do IFET. Brasil: Crato, 2009. p. 135- 200.

4- Tese e Dissetações: XENOFONTE, A,R. Rendimento de carcaça de ovinos alimentados com farelo de babaçu. Crato,2009 52p. Dissertação - Faculdade de zootecnia. Universidade federal Rural de Pernambuco.

5-Artigo para congresso: INACIO, A.L., Uso de chacharina na alimentação de ruminantes. In. CONGRESSO CARIRIENSE DE RUMINANTES, 3 Crato,2009. Anais... Crato; IFET, 2009. P. 38

Tabelas e Ilustrações:
As tabelas e ilustrações (gráfico, fotos,desenhos,etc) devem ser apresentados nas últimas páginas do artigo, uma em cada pagina. Serão numeradas consecutivamente com números arábico . A tabela deve ter sua estrutura construída segundo as normas de apresentação tabular do Conselho Nacional de Estatística (Ver. Bras. Est. v. 24, p.42-60,1963)






segunda-feira, 4 de maio de 2009

MIXOMATOSE

A mixomatose é uma doença infecto contagiosa dos coelhos, de grande importância pelas característica endêmica e pelo alto índice de mortalidade. Provocada pelo DNA vírus, da família Poxiviridae. Doença também conhecida como mixoma contagioso, caracteriza-se pela blefaroconjuntivite bilateral, nodulações e edemas disseminado por todo o corpo. A contaminação se dar por via indireta, através de insetos, principalmente o Aedes aegyti, Anopheles e Culex ou diretos pelo contato com fomites e animais contaminados. O seu período de incubação é de 2 a 10 dias e, a mortalidade ocorre de 8 a 15 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas. Uma vez detectado a patologia, todos os coelhos devem ser isolados e sacrificados e sua carcaça devidamente eliminada para se conter o vírus.
Os sintomas mais característico são: Blefaroconjuntivite, edema na fase, especialmente no focinho e orelhas, tumores subcultaneos gelatinoso e com exudado viscoso ao corte, anorexia e dispneia. A patogenia se verifica no local de penetração do vírus e no linfonodo regional, onde ocorre a replicação viral, e em consequência surge lesões no sitio primário de inoculação, caracterizadas por degeneração tecidual, necrose, edema e hemorragia. O vírus espalha-se rapidamente pelo sistema linforeticular para os órgãos internos e situos externos como orelha, focinho, lábios e pálpebras, agravando ainda mais a sintomatologia clínica.
O diagnostico é baseado nas observações clínicas. Os achados patológicos são esplenomegalia, linfonodos ademaciados e algumas vezes hemorragias. No caso de laboratório se realiza o teste ELISA, fixação de complemento, reação em cadeia polimerase (PCR) e isolamento do vírus.
Não há tratamento e sua profilaxia se dar através de vacinas atenuadas específicas, a partir da 4 semana de vida e revacinar semestralmente, bem como o controle de artrópodes e higiene do ambiente com água sanitária ou formol

domingo, 3 de maio de 2009

GRIPE NORTE AMERICANA (EX GRIPE SUÍNA

O vírus circulante no México e EUA (H1N1 A), no qual a transmissão se dar de pessoa a pessoa, não há evidencia que este seja transmitido por alimentos. Não se trata do vírus clássico da gripe sazonal, mas sim um vírus que se compõe de componentes que pertence ao vírus da gripe suína, aviaria e humana. Ate o momento esse vírus não foi isolado em animais, daí não justificar a denominação de gripe suína ou gripe qualquer animal.
Antigamente as denominações de patologias advidas de animais, eram denominadas de acordo com a sua localidade, como era o caso da "gripe Espanhola" , Asiática, etc. Portanto, deveríamos chamar essa gripe de " GRIPE NORTE AMERICANA".
Contudo, é importante que pesquisas urgentes sejam feitas com o objetivo de proteger os animais desta vírus, e caso seja importante tomar medidas de biossegurança, com vacinas contra a especificidade deste vírus, uma vez que a não contenção deste agente, poderá torna-se um caso de saúde publica.
Atualmente só existe relato comprovados de casos relacionados a circulação deste vírus em locais de criação de suíno em países que apresentam casos humanos, que em último caso, poderia haver restrição comercial na exportação de animais destes países.
Os laboratórios da rede veterinária que auxilia a OIE e a FAO, sempre vigilantes a qualquer anormalidade na área animal, também foi surpreendida com a divulgação por parte da área humana da gripe dita "suína". Contudo, não vemos na mídia nenhum envolvimento do setor veterinário no tocante a gripe suína, nem se quer empresas brasileiras, pois somos o 4 maior produtor de suíno do mundo, ventilar ou divulgar qualquer nota na mídia, buscando explicar ou orientar a população como se deve proceder.
Estranho, mais ainda, é que os profissionais da área animal, caso fosse suína, seriam os mais indicados na resolução do problema, uma vez que são esses profissionais que lidam no dia a dia com os suínos. Não me consta e não saio na mídia, mesmo no México, noticias de nenhum veterinário, zootecnista ou trabalhador que lida diretamente com suíno, tenha sido infectado.
A não ser que o virus da dita gripe suína, seja piedosa ou mantenha um circulo de intimidade com esses profissionais. Cuidados devemos ter, como em qualquer tipo de patologia que venha a surgir, porem, na minha opinião, a gripe suína é mais um factório utilizado para imcobrir a ineficiencia de alguns infectologista, ou no mínimo, interesse de algum conglomerado farmaceltico poderoso que busca amedrontar a população mundial através da mídia. Como também pode ser ação comercial de empresas exportadoras de carne suína, buscando desestruturar países em flanco crescimento no setor suíno.
O importante é que, com mais duas semanas para frente, esse vírus vai perder o seu prestigio, vai sair da mídia e outro factório vai ser inventado, e tenahm a certeza que alguem saio ganhando muito dolares com a tal gripe. Nos resta esperar qual vai ser o proximo animal a ser o culpado de alguma coisa. Estão na lista Caprinos, Ovinos, Avestruz, etc. ( Bovino já deu ibope com a vaca louca).


DOUTORADO DO IFET - CAMPUS CRATO-CE

No dia 27 de Abril de 2009, O diretor do IFET - Campus Crato-CE, Joaquim Rufino Neto e o Professor Ulisses Peixoto, foram ate a capital Pernambucana, Recife, no intuito de fechar o pacote institucional (UFRPe- IFET-CRATO) do MINTE(mestrado) e DINTE (Doutorado). Esta parceria já tem provado que deu certo. Contudo o director do IFET-CRATO, também estar colocando como parceira a UFRJ, universidade que também já esta realizando um mestrado com o nosso IFET. Cabe lembrar que atualmente estamos realizando um doutorado na área de agricultura com a universidade de Mossoró.
Como podemos constatar, é o IFET Campus Crato, demonstrando a força que tem, uma vez que tem convénio firmado com três grandes Universidades do país e mostrando que é a única instuição que tem o maior número de mestre e doutores por metro quadrado da região do cariri cearense. Ao termo desta parcerias, todos os seus professores teram no mínimo o titulo de mestre. Porem, o investimento não esta restrito aos professores, pois a instituição, já a quase um ano, mantém um turma de servidores da área técnica e administrativa (25 servidores) realizando curso de especialização.
Nos parabenizamos o IFET-CRATO, pois quem se prepara para ser uma grande universidade, não pode pensar pequeno ou mesmo viver no marasmo da acomodação de algumas universidades locais, cuja a tendência é se sucatearem é chegarem ao ostracismo por parte da sua clientela. Fato que nenhum de nos, que fazemos educação, gostaríamos de presenciar, pois educação é algo inesgotável.

terça-feira, 28 de abril de 2009

GRIPE SUINA

Doença contagiosa aguda do trato respiratório,tendo como sinonímia gripe dos letões ou influenza suína. Doença com alta morbidade e baixa mortalidade, é uma zoonose e, é causada por um vírus SIVs H1N1. ( que vivi em mutações). Quando sozinho o vírus causa apenas doença respiratória, mas quando associados ao Haemophylus pleuropneumoniae ou Pasteurella multocida, pode causar uma patologia severa.
O seu modo de transmissão não é totalmente conhecido, mas observa-se que é mais comum a via respiratória através de aerosois. O período de incubação do vírus pode variar de 2 a 7 dias, embora alguns sintomas podem surgirem antes e perdurarem por 5 dias, onde os sintomas são febre alta,anorexia,prostração, leucopênia, dores musculares,dispneia,espirros,tosses, conjuntivite, descarga nasal seromucosa e considerável perda de peso.
Quando tratado, a recuperação começa entre 4 a 6 dias,e as lesões mais evidentes são:congestão das mucosa das vias respiratórias superiores, edema e aumento do volume dos linfonôdos cervicais e mediastinicos. No pulmão há vários lóbulos com áreas de hepatização vermelha escura e exudato espumoso nas passagens aereas.Microscopicamente há focos de necrose coagulativa nos alveolos e no epitelio bronquiais, reações inflamatórias exudativas nos bronquios,bronquiolos e alveolos, como também áreas de atelactasia com espessamento dos septos alveolares.
O diagnostico pode ser feito pelos sintomas clínicos, sendo o conclusivo o feito através de exames laboratoriais com o isolamento do vírus das secreções nasais ou do pulmão em cultivo celular ou em ovos de galinhas embrionados. Todo material a ser remetido a laboratório deve estar acondicionado na refrigeração. Pode-se também fazer o teste de inibição da hemoaglutinação, onde se verifica o aumento do número de glóbulos brancos, feita em duas coletas com intervalo de 3 a 4 semanas de uma para a outra.
As medidas terapêuticas se basea-se no uso de expectorantes e antibióticos, no intuito de combater, não o vírus( não há remédio para vírus), mas as infecções secundárias, associados aos cuidados com o ambiente que possa favorecer ao vírus. A profilaxia são os cuidados de higiene e uma boa alimentação.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

OFTALMOPATIAS ASSOCIADAS A LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA

A leishnaniose visceral canina (LVC), é uma zoonose de relevada importância, uma vez de é uma doença cosmopolita e sua transmissão se faz predominantemente pela picada da fêmea de flebotomineos infectados com o parasita. O calazar tem como agente etiológico a Leishmania chagasi , Leishmania infantum, embora alguns autores a considerem da mesma espécie e a Leismania donavani.
As manifestações oculares e perioculares, embora ocorram concomitantemente com outros sinais sistémico, podem constituir a primeira alteração aparente da LVC, manifestações que também ocorre em humanos,embora com menos incidência que nos cães. Em pesquisa recente 48%dos cães estudados apresentaram alguma deformidade ocular que vai da blefsrite (23,9%), tiveite(20,8%),conjuntivite (19,8%), ceratoconjuntivite (18,7%),alopecia periocular(12,5%)panuveite (7.3%), deslocamento de retina (7,3) e ceratite (6.2%), sendo as mais frequentes.
Assim, o diagnostico precoce da doença é importante no controle epidemiológico da mesma e permite a restauração da rigidez ocular com consequente manutenção da visão. Por ter ampla variedade e intensidade de patologia oculares associadas a LVC, esta zoonose parasitária deve ser considerada no diagnostico diferencial de todas as alterações oculares e perioculares nos cães residentes em áreas endémicas ou oriundos destas regiões.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

TEMPO DE FARTURA

Embora, no inicio do ano nos leva-se a crer em uma quadra invernosa ruim, o tempo modificou e as chuvas caem no cariri cearesse a vontade. O mais importante, de noite chove,de dia faz sol. Nada melhor para a lavoura do que esse tempo.
As previsões de uma seca verde foram afastadas, pelo menos em nosso cariri, pois dos 131 açudes controlados pelo governo, 50 já se encontram sangrando e os outros com 80% ou mais da sua capacidade de suporte. Caso essas precipitações continui por mais alguns dias, creia que os restantes dos açudes cearesses, também iram sangrar.
Estar sendo e vai aumentar a fartura de legumes nos centros de abastecimentos, parecendo que a previsão do nosso cantador maior, Luiz Gonzaga, esta dando 20 espiga em cada pé. O feijão já sofre com tamanho aguaceiro, porem ainda vai da muito.
Pelo menos, este ano, o cearesse do campo não vai reclamar com a falta de chuva, contudo, os cearesses citadinos, estão sofrendo com a falta de planeamento nas vias de escoamentos das água pluviais, e haja buracos para serem desviados. Quem sabe no final da quadra invernosa o cariri não revele vários pilotos para a formula 1

terça-feira, 21 de abril de 2009

O QUE GENE HALOTANO

E um gene que esta intimamente ligado a fator predisponente do estresse animal, podendo levar a hipertermia maligna, também ligada a produção de carne magra e infelizmente relacionada com a carne PSE (pale, solf and exudative). Em 19991, Fujji et. al., encontrou a mutação no gene que codifica para o receptor rianodina do músculo esquelético, correlacionada a hipetrermia maligna. Utilizando testes invasivos (reação em cadeia de polimerase - polimorfismo do comprimentos de restrição), conseguio determinar três genótipos: HalNN(normal e dominante) HalMN (heterozigoto) e Halnn (sensível e recessivo) e com esses conhecimentos avaliar as melhores estratégia de cruzamentos.
Como a tendência do mercado é sempre superar os índices de produção,vai ficar limitada a adoção de melhor potencial genético por aqueles criadores que não se especializarem e conhecerem as estratégias de cruzamento. Uma vez que o gene halotano requer fatos predisponente para salientar e provocar efeitos negativos na produção. Entre estes efeitos estão o manejo, quer produtivo ou reprodutivo e, ate mesmo o manejo de abate e conservação da carne.
A compra de animais geneticamente melhorado (MS 60, AGPIC 415, AGPIC 425, etc), utilizados em larga escala por grande partes dos criadores, não deveram ter cruzamentos aleatórios, uma vez que poderá estimular em seus F-1 as ações do gene halotano. Deste modo, com o passar dos tempos, os curiosos da criação de suíno, irão aos poucos desaparecendo ou estarão fadados a problemas produtivos e reprodutivos, que em tempo não muito longo, entraram na falência.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PEC NORDESTE 2009

O PEC NORDESTE, o maior evento nordestino do setor pecuário, será realizado de 15 a 18 de Junho de 2009, no centro de convenção em Fortaleza. Como é de costume a Escola Agrotécnica do Crato, hoje IFET CEARÁ- campus Crato, enviar alguns de seus técnicos do setor zootecnico para participar do evento. Contudo, surge a ideia deste ano o envio de uma caravana da própria instituição, uma vez que vários técnicos de vários seguimentos zootecnicos demonstraram interesses na participação do PEC-NORDESTE.
Caso se concretize, todos os setores zootecnicos do IFET-CEARÁ - campus Crato, será contemplado na participação de cursos e feiras.